CNPq celebra 28 anos do Peld com foco em legados e perspectivas para a biodiversidade
- biodiv2023
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O auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sedia, entre os dias 4 e 7 de maio, a 15ª Reunião de Acompanhamento & Avaliação do Programa Ecológico de Longa Duração (Peld). O evento celebra os 28 anos da iniciativa e os 75 anos do CNPq, reunindo 150 pesquisadores e gestores de todo o país.
Com o tema “PELD 28 anos: Gerações, legados e perspectivas”, a reunião discute a trajetória de um programa que hoje conta com 55 sítios de pesquisa em todos os biomas brasileiros. Entre os especialistas presentes, destaca-se a participação do professor Geraldo Fernandes, coordenador do Centro de Conhecimento em Biodiversidade (INCT/CNPq/MCTI) e dos projetos PELD Campos Rupestres da Serra do Cipó (CRSC) e PELD Campos Rupestres Amazônicos (Cram).
Dados históricos e resiliência
A força do Peld reside na manutenção de séries de dados históricos, fundamentais para entender os efeitos das mudanças climáticas e de desastres ambientais, como o rompimento da barragem em Mariana (2015), o óleo no litoral (2019) e as enchentes no Rio Grande do Sul (2024).
"O Peld é um orgulho da ciência brasileira. Há quase 30 anos estamos dedicados a apoiar o estudo dos biomas e sua resiliência", destacou Olival Freire Jr., presidente do CNPq. A coordenadora de Ecologia e Biodiversidade do órgão, Fabíola Lacerda, reforçou que o programa é uma "política de Estado com E maiúsculo".
Além das sessões de pôsteres sobre os 55 sítios atuais, o Comitê Científico avalia os novos projetos da Chamada 23/2024. O encontro também destaca o papel do Peld.Com, projeto focado na comunicação pública da ciência, essencial para levar o conhecimento produzido nas universidades e institutos de pesquisa para o cotidiano da sociedade brasileira.
Com informações do CNPq



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